Sobre ser criança e o amor de um Pai

O amor nunca foi algo fácil de ser explicado. Há quem diga que é a junção de vários bons sentimentos, outros ainda afirmam que ele pode ser encontrado em vários lugares e pessoas. Mas o que diz o criador do amor?

Em I Coríntios 13, texto tão conhecido, o autor é inspirado pelo próprio Deus para nos relembrar o sentido do amor “Eu poderia fazer muitas coisas, mas sem o amor de nada valeria”. É nessas horas que penso sobre a importância de ser inocente frente a esta declaração, como uma criança que tem o coração puro e sincero diante do Pai, e que é agraciada de acordo com suas ações.

Se existe uma dificuldade para o ser humano é de se importar quando ninguém se importa, é dar sem esperar receber, é amar sem ser amado, ou seja, o que conhecemos na verdade não passa de um sentimento restrito e condicional, uma ilusão apenas; de nada adianta qualquer ” boa intenção ” sem o amor incondicional, o que não falha quando você falha, que entrega quando você não entrega, que é fiel quando você não é fiel.

Para conhecer ou relembrar do verdadeiro amor, basta “Olhar para o alto e saber que de lá vem toda boa dádiva do Pai das luzes, onde não há sombra ou variação”. (Tiago 1:17) Ele é imutável, o único que pode nos entregar do seu amor através de seu auxiliador. (Romanos 5:05).

– No verdadeiro amor não há medo (I João 4:18)

– Ser inocente como uma criança; (Marcos 10:14)

– O amor permanece para sempre! (I Coríntios 13:13)

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