A alegria em escrever para o Senhor

Em dias tão limitados de paciência, onde a vida é banalizada, onde o sexo é mercadoria, as relações se desgastam pela pressa e os novos recursos midiáticos não permitem um diálogo mais demorado, Deus nos propõe algo diferente: um encontro com nosso verdadeiro ser, com aquilo que podemos nos tornar, ou melhor, com o que Ele pode fazer com o que nos tornamos.
Felicidade plena não vem pela matéria, tampouco por condições externas a nós mesmos, mas da essência esquecida, da voz que está calada dentro de você e que só pode ser ouvida quando há silêncio, quando há deserto e quando a convidamos ao diálogo.

A alegria em escrever sobre as coisas do Senhor na edificação de vidas, num mundo tão incoerente, vem da necessidade de não querer passar despercebidamente, e fazer com que a estadia aqui seja próspera em ajudar, em tratar de levar a Palavra que consome o interior de tal modo, que o reconhecimento da dependência Divina é apenas o início do relacionamento, que tornará uma alma abatida num espírito inabalável, com a alegria perfeita que vem do alto. (João 16:22).

Muitos escolhem falar de si, outros do tempo e das novidades pertinentes a este mundo, mas escrever sobre como o Senhor tira da morte e leva à vida, é o que me motiva, posto que falamos com propriedade daquilo que carregamos em nosso cerne e, foi assim quando Ele me abraçou: me tirou da condição de “morte”, para sorrisos intermináveis e sinceros, pelo resto de minha vida e a eternidade que seguirá!

Quanto às minhas escritas, seguem melhores feitas nos poemas do Altíssimo, pois debaixo desta sombra, descanso suave e conclamo a muitos a deitar confiadamente.

“O Espírito do Senhor Jeová está sobre mim, porque o Senhor me ungiu para pregar boas novas aos mansos: enviou-me a  restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos; A apregoar o ano aceitável do Senhor e o dia da vingança do nosso Deus, a consolar os tristes; A ordenar acerca dos tristes de Sião que se lhes dê ornamento por cinza, óleo de gozo por tristeza, vestido de louvor por espírito angustiado; a fim de que se chamem árvores de justiça, plantação do Senhor, para que Ele seja glorificado.”

Isaías 61:1,2,3

Fabiana Pêgas da Silva

Twitter: @fabianapegas

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